{"id":7797,"date":"2020-05-06T20:59:24","date_gmt":"2020-05-06T23:59:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/?p=7797"},"modified":"2020-05-18T18:52:36","modified_gmt":"2020-05-18T21:52:36","slug":"hematologia-em-foco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/hematologia-em-foco\/","title":{"rendered":"Hematologia em Foco"},"content":{"rendered":"<h4>Diagn\u00f3stico<strong> e Tratamento para Mielofibrose<\/strong><\/h4>\n<p><em>Diagn\u00f3stico tardio compromete alternativas de tratamento para o tipo raro de c\u00e2ncer<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A mielofibrose, antes conhecida como mielofibrose idiop\u00e1tica cr\u00f4nica ou metaplasia miel\u00f3ide agnog\u00eanica, \u00e9 um tipo de c\u00e2ncer que afeta as c\u00e9lulas respons\u00e1veis pela produ\u00e7\u00e3o de sangue na medula \u00f3ssea que se desenvolve de maneira lenta.<\/p>\n<p>A maior incid\u00eancia deste tipo de c\u00e2ncer acomete em pessoas a partir de 60 anos. Como o paciente demora um tempo significativo para ser diagnosticado, isso prejudica muito as alternativas de tratamento e qualidade de vida.<\/p>\n<p>Essas doen\u00e7as se iniciam na medula \u00f3ssea, quando as c\u00e9lulas-tronco que d\u00e3o origem aos gl\u00f3bulos vermelhos e gl\u00f3bulos brancos se proliferam de maneira excessiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong><em>Com o passar dos anos, os pacientes com mielofibrose podem sofrer com sintomas que os tornam incapazes de seguir com suas rotinas de forma funcional<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Como os principais sintomas s\u00e3o o cansa\u00e7o sem causa espec\u00edfica, fraqueza, anemia, palidez, suor noturno em excesso, palpita\u00e7\u00f5es, falta de ar, emagrecimento, perda de apetite e dor ou desconforto no abd\u00f4men considerados comuns, em muitos casos at\u00e9 mesmo subestimados por profissionais da sa\u00fade.<\/p>\n<p>Como \u00fanico tratamento \u00e9 o transplante de medula \u00f3ssea e parte dos pacientes est\u00e3o proibitivos para o tratamento, outras possibilidades terap\u00eauticas, como a terapia-alvo, s\u00e3o necess\u00e1rias para melhorar a condi\u00e7\u00e3o do paciente.<\/p>\n<p><strong><em>O desenvolvimento lento da doen\u00e7a contribui para o descr\u00e9dito e diagn\u00f3stico tardio<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para a Dra. Cristiana Solza, m\u00e9dica hematologista, mesmo quando o diagn\u00f3stico \u00e9 r\u00e1pido, os pacientes enfrentam problemas de acesso aos melhores tratamentos como o medicamento <em>ruxolitinibe<\/em>, uma terapia-alvo que permite uma melhora significativa na qualidade de vida dos pacientes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O principal objetivo do tratamento \u00e9 reduzir o tamanho do ba\u00e7o, diminuir os sintomas, melhorar a contagem de c\u00e9lulas sangu\u00edneas, reduzir os riscos de complica\u00e7\u00f5es e evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a para leucemia miel\u00f3ide aguda (LMA), que pode acontecer entre 5% e 10% dos casos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Folha de Vit\u00f3ria<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Diagn\u00f3stico e Tratamento para Mielofibrose Diagn\u00f3stico tardio compromete alternativas de tratamento para o tipo raro de c\u00e2ncer &nbsp; A mielofibrose, antes conhecida como mielofibrose idiop\u00e1tica cr\u00f4nica ou metaplasia miel\u00f3ide agnog\u00eanica, \u00e9 um tipo de c\u00e2ncer que afeta as c\u00e9lulas respons\u00e1veis <\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":7791,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[142],"tags":[207,200,205,206,203],"acf":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7797"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7797"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7797\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7809,"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7797\/revisions\/7809"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/7791"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7797"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7797"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ipessp.edu.br\/site\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7797"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}